quinta-feira, 27 de agosto de 2015

PROJETO FINAL - PLANO DE AULA


O que é arte? Onde pode ser encontrada? Quem é capaz de apreciá-la? Quem a produz? Ao pensarmos nessa pergunta, é natural estabelecermos ligações com grandes nomes já a muito tempo estudados pela História. Arte é um quadro da Tarsila do Amaral, uma sinfonia de Mozart, um filme de Scorsese ou uma coreografia de Deborah Colker. Chegamos a crer que ela, a Arte, está disponível apenas para um determinado publico dotado de sensibilidade aguçada para decifra suas mensagens, e sobretudo, é realizada por indivíduos geniais, predestinados, únicos.

Será mesmo? O filósofo britânico Robin George Collingwood, sustenta que arte é algo feito pelo ser humano para exprimir seus sentimentos subjetivos. Sob esse ponto de vista, as obras artísticas falam de sonhos, epifanias, perplexidades, frustrações, dores, amores. provocam riso, choro, reflexão, mudança de mentalidade. Observamos então, sua importância na vida de cada ser humano.

Dessa forma podemos dizer que todos nós somos capazes de produzir e entender arte. Estudantes da Educação Infantil ao Ensino Médio, embora não sejam especialistas, têm algo em comum com artistas profissionais, eles possuem vontades, imaginação, opinião e identidade para exprimir.

Abaixo segue um Projeto de Aula para a disciplina de Artes, em que o foco está na valorização do processo criativo de cada aluno, não deixando de seguir a abordagem centrada no tripé idealizado pela educadora e pesquisadora Ana Mae Barbosa, APRECIAÇÃO - PRODUÇÃO - CONTEXTUALIZAÇÃO, abordagem esta denominada de Proposta Triangular.

Espero que esse plano seja de grande aproveito e que sirva de inspiração para outros tantos que virão.

Aproveitem!






Exemplo de Animação -  pensado para o Projeto em questão



Exemplo de Releitura (técnica animação, ilustração e fotografia)
 


quinta-feira, 20 de agosto de 2015

ANIMOTO

Quer registrar suas lembranças de maneira diferente?! Com o Animoto é possível criar um mural de fotos animado e de maneira bem divertida. Em sala de aula pode ser usado com imagens referentes a disciplina ou até para registrar o processo criativo dos alunos. 

Quer ver a minha animação? Então é só clicar na imagem...

Aproveite!


MOBILE LEARNING

Com o avanço da tecnologia, novas ferramentas vão surgindo para facilitar o acesso e possibilitar o melhor aproveitamento do tempo. O QR code (Código de Resposta Rápida) funciona como uma código de barras que permite armazenar diferentes tipos de arquivo, entre eles URLs, imagens, números de telefone etc. 

Para acessá-lo basta fazer o download de um leitor de QR Codes em seu celular e direcionar a câmera para a imagem do código, em segundos é possível visualizar seu conteúdo.

Quer experimentar, faça o teste com o código abaixo!



quinta-feira, 13 de agosto de 2015

SCREENCAST-O-MATIC

Olá pessoal, abaixo segue um teste de  Vídeo Aula feito com o programa Screencast-O-Matic. Uma ferramenta muito prática que permite produzir vídeo aulas de até 15 minutos.

Aproveitem para fazer você também sua vídeo aula!!!





sábado, 8 de agosto de 2015

MODELO DE DESIGNER INSTRUCIONAL

O quadro a baixo é um Modelo de Designer Institucional que é utilizado na analise analise das necessidades do ensino e desenvolvimento sistemático das instruções. Os Designers instrucionais frequentemente usam tecnologia educacional como ferramenta para desenvolvimento de instruções.


Sigam  modelo e faça o seu!

Design da aprendizagem / Situações de ensino para processo de aprendizagem online
Situação de Ensino /  Aprendizagem
Aprendizagem / Ensino
Ambientes de Aprendizagem
Materiais de aprendizagem e ferramentas
Atividade e interação dos alunos
Orientação e Aconselhamento
1-     Desenvolver um curso de Problem-Based Learning de curta duração
2- Tutorial sobre PBL: Apresentação dos Conceitos
·  Apresentação: História do Stencil; artistas e obras;

·  Complementação: vídeos (Youtube) de alguns artistas que trabalham com a técnica

OBS: As informações e os vídeos estarão disponibilizados AVA.
·  Ambiente Virtual de Aprendizagem (AVA);

·  Vídeos Youtube.
·  Grupo organizado pelo coordenador da oficina (Hangout).
·  Coordenadora da oficina.
Oficina Muros de Stencil.

(O projeto da oficina consiste na elaboração de imagens para serem aplicas nos muras da escola por meio da técnica de Stencil).
3-Disponibilizar Materiais, atrigos e Livros
·  Ferramenta de pesquisa de imagens do Google.
·  Ferramenta de pesquisa de imagens do Google;

·  Vídeos Youtube.
·  Ambiente Virtual de Aprendizagem (AVA);

·  Ferramenta Hangout – dispositivos móveis.
·  Orientação em sala, durante a oficina e em horários agendados através do Doodle;
·  Discussão em chats (Hangout);

·  Criar tópicos para estimular discussões e pedir para que os participantes enviem as imagens que irão usar no Stencil.
4-Criar equipes de estudantes para desenvolver a situação simulada
·  Sala de aula.
·  Ferramenta de pesquisa de imagens do Google.
·  Ferramenta Hangout – dispositivos móveis.
Participar de observação e oferecer feedback.
5-Apresentação Final com resultados
·  Sala de aula;

·  Visualização de um portfolio (Blog) criado para exibir os trabalhos e fotos do projeto finalizado.
·  Sala de aula

·  Visualização de um portfolio (Blog) criado para exibir os trabalhos e fotos do projeto finalizado.
·  Organização dos grupos par apresentação via Hangout.
Avaliação Final e Feedback.

segunda-feira, 3 de agosto de 2015

AMBIENTE VIRTUAL DE APRENDIZAGEM (AVA)

De modo simples, o Ambiente Virtual de Aprendizagem (AVA) é um conjunto de elementos tecnológicos disponíveis na internet. É um local virtual onde são disponibilizadas ferramentas que permite o acesso a um curso ou disciplina e também permite a interação entre os alunos, professores e monitores envolvidos no processo de ensino-aprendizagem. O AVA possibilita a oferta de uma sala de aula virtual para o acompanhamento dos alunos e a realização de atividades de aprendizagem. Os AVAs rompem os limites da sala de aula presencial e favorecem a formação de comunidades virtuais de aprendizagem.

Esses espaços têm por objetivo ser um ambiente de construção do conhecimento, por meio do desenvolvimento de atividades educativas, mediadas pelo uso de Tecnologia de Informação e Comunicação, valorizando a interação e o trabalho colaborativo. Em alguns desses ambientes são desenvolvidas atividades de produção textual (ex: portfólio), de interatividade síncrona e assíncrona (fórum, chat e mensagens), organizadas pelos professores e direcionadas aos alunos. Neste mesmo ambiente, também é possível acessar bibliotecas digitais como suporte pedagógico para o desempenho do aluno.

domingo, 2 de agosto de 2015

ENSINO CENTRADO NO ALUNO x ENSINO CENTRADO NO PROFESSOR: Porque não os dois?

O Ensino Centrado no Professor (Teacher Centered), este está associado ao método expositivo, também designado de dedutivo, no qual o professor apresenta conceitos, princípios, deduções ou afirmações a partir dos quais se tiram conclusões ou consequências. A centralidade do ensino está no professor e as aulas seguem uma estrutura de degraus, em que cada degrau é iniciado pelo professor que disponibiliza informação e coloca questões. O aluno responde e o professor dá feedback. O professor controla o desenvolvimento da aprendizagem por ciclos de iniciação-resposta e avaliação.

Segundo alguns autores, este método pode limitar a oportunidade dos alunos construírem as suas experiências e monitorarem as suas aprendizagens. Quando o objetivo do currículo ou de uma unidade didática é desenvolver no aluno competências de resolução de problemas o método expositivo pode ser considerado desadequado, pois é centrado no professor, restringindo a exploração de alternativas de resolução por parte dos alunos.

Em busca de novas formas de aprendizado, algumas medidas vêm sendo tomadas.  As diretrizes curriculares nacionais recomendam estratégias de Ensino Centrado no Aluno (Student Centered). Uma abordagem ampla de ensino que inclui substituir aulas expositivas por aprendizagem ativa, ou seja, os alunos passam a ter responsabilidade sobre seu próprio aprendizado.

Essa metodologia possibilita ao aluno seguir um ritmo de aprendizagem pessoal e, ou aprendizagem cooperativa (em grupo). Outra maneira de centrar o nosso ensino no estudante inclui passar problemas abertos e do tipo que requer raciocínio criativo e crítico, que constitui, por exemplo, do envolvimento dos estudantes em simulações e desempenho de papéis. Quando usada apropriadamente, essa abordagem incrementa a motivação para aprender, a retenção de conhecimento, a profundidade do entendimento e a apreciação pelo que está sendo ensinado.

No entanto, centrar as atividades de aprendizagem somente no aluno, pode também acarretar algumas falhas, pois apesar de adquirir responsabilidades, o aluno necessita da orientação do professor para que haja melhor aproveitamento das atividades e do tempo disponível em sala para a conclusão destas.